Aposentadoria privada: entenda a necessidade

Aposentadoria privada: entenda a necessidade

Você já parou para pensar de onde virá sua renda quando não for possível mais trabalhar? Às portas da aprovação de uma reforma da previdência que pode levar uma pessoa brasileira a trabalhar 49 anos para ter o direito de se aposentar, é curioso observar dados como os de uma pesquisa divulgada em 2016 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), que revelou que mais de 60% dos brasileiros não se preparam para a aposentadoria. Você já pensou em ter um plano de aposentadoria privada?

Os números, de fato, impressionam e explicam a íntima relação entre a despreocupação dos brasileiros com o futuro e os baixos níveis de qualidade de vida na “terceira idade”, que afetam principalmente quem tem nível superior e passou a maior parte de sua vida ganhando bons salários! Pois o teto de salário do INSS não passa de R$6 mil, então quem recebe na ativa um salário superior a este sempre vai ficar desfalcado se não se preocupar em ter uma outra fonte de renda.

Se até essa altura de sua vida profissional você relegou a segundo plano os esforços para garantir uma aposentadoria tranquila, vamos lhe ajudar a entender por que você não pode mais esperar para ter um bom plano de previdência privada! Confira:

Rendimento maior do que o da poupança

Você sabia que, em 2016, a fuga de recursos da caderneta de poupança foi a segunda maior da história (só perdendo para o ano anterior)? A avalanche de saques dos brasileiros (que começam a redirecionar suas economias para investimentos mais rentáveis, como planos de previdência privada) se explica pelo fato de que, no atual cenário de inflação alta, a rentabilidade real da poupança costuma ser próxima de zero (quando não é negativa, como ocorreu em 2015, quando a caderneta registrou rentabilidade de –2,28%).

A previdência privada costuma apresentar rendimento líquido muito superior à poupança (já descontadas as taxas de administração e carregamento) e, nos planos PGBL, o investidor pode abater as contribuições feitas na Declaração de IRPF até o limite de 12% da renda tributável (ganhando duplamente em relação à poupança). O mais interessante é que é possível começar a investir nesses planos com contribuições a partir de R$ 100,00!

Se você está na dúvida de quanto um plano desse tipo renderia a você, utilize este simulador de previdência privada — você verá que tem a possibilidade de utilizar um fundo mais moderado ou um mais agressivo. A título de exemplo, imaginemos um investidor com 35 anos que comece a investir hoje em um plano de previdência complementar.





Seu objetivo é o de receber um benefício de aproximadamente R$ 5 mil, a fim de que esse valor seja somado ao seu salário de benefício da Previdência Social (que deverá circular em torno do teto, atualmente, de R$ 5.531,00). Nesse exemplo, nosso investidor imaginário pode alcançar sua meta aos 65 anos, contribuindo com cerca de R$ 1.600,00 mensais!

Destaque-se o fato de que, nesse caso, ao alcançar a idade citada, o investidor teria acumulado impressionantes R$ 816.781,00, que lhe garantiriam uma renda total acima de R$ 10 mil (somando-se aposentadoria privada e pública). Nada mal, não?

Baixa tributação

A mordida menos agressiva do Leão é outra das grandes vantagens de um plano de previdência privada. Enquanto em países como os Estados Unidos, por exemplo, as faixas de tributação no resgate dos valores acumulados podem chegar a até 39,6%, no Brasil, é possível pagar uma alíquota de 10% de IR sobre os valores acumulados há mais de 10 anos (na tributação regressiva).

Ao contratar um plano de aposentadoria privada, você terá que escolher entre a tributação progressiva ou regressiva.

Tributação regressiva

É a mais indicada para quem tem planos de investimento de longo prazo, uma vez que, quanto mais tempo o investidor permanecer no plano, menor será a alíquota do IR a incidir no resgate/recebimento da renda.

Tributação progressiva

Mais indicada a quem não tem certeza do prazo de aplicação. A tributação será feita em 15% na fonte (independentemente do valor requerido) e, posteriormente, a diferença entre o valor pago e o valor devido pode ser ajustado na Declaração de Ajuste Anual.

Baixo risco

De forma geral, os riscos da previdência privada são baixos, desde que os investimentos sejam feitos por meio de instituições com solidez no mercado. Os fundos de previdência não fazem alavancagem (investimentos acima do que seu patrimônio lhe permite), o que reduz consideravelmente o risco da operação. Além disso, muitos fundos investem os recursos arrecadados em títulos públicos ou em outras aplicações de renda fixa (investimentos de baixíssimo risco de crédito).

É justamente o conhecimento desse baixo risco por parte dos brasileiros que explica por que os investimentos em previdência privada cresceram 9,54% em 2016. Quanto aos aportes, o crescimento foi ainda maior no mesmo ano, na faixa de 20%!

Facilidade de transmissão na sucessão patrimonial

Para quem está pensando em planejamento sucessório, a melhor opção de plano é o VGBL, uma vez que, nesse modelo, o patrimônio não entra no inventário (que costuma ser caro e demorado). Assim como na aposentadoria privada, os herdeiros podem receber o valor por meio do saque no montante total do depósito ou em forma de benefício mensal.

Estímulo à diversificação de investimento

Já ouviu aquele ditado de avó que nos diz para “não colocarmos todos os ovos na mesma cesta”? Pois bem, no mercado financeiro, a recomendação dos especialistas é exatamente a mesma, ou seja, a diversificação de investimentos é a chave para o sucesso financeiro. Nesse espectro, a previdência privada é uma das melhores opções.

Além disso, se você não tem o costume de acompanhar os movimentos do mercado financeiro para gerenciar seus investimentos, aplicar em ações e tesouro direto, por exemplo, pode não ser uma ação de risco de prejuízos. No caso da previdência privada, no entanto, uma empresa especialista gerencia esses investimentos para você. Parece bem mais fácil e garantido, certo?

Enquanto nos Estados Unidos, 60% da população economicamente ativa investe em planos de previdência privada, o Brasil parece despertar tardiamente para essa necessidade básica a ser inclusa no orçamento doméstico (e um excelente ativo para diversificação de aplicações).

Oportunidade de manter um bom padrão de vida na velhice

Não dá mais para jogar seu futuro nas mãos da Previdência Social brasileira. À beira de um colapso e com um rombo previsto para 2017 na ordem de assustadores R$ 181 bilhões, não seria nada absurdo cogitar até quando o sistema de aposentadoria pública funcionará no país.

Com a previsão de redução da população economicamente ativa nas próximas décadas e a perspectiva de aumento da população idosa em mais de 300% entre 2010 e 2050, é muito provável que essa atual geração de trabalhadores sequer chegue a saber o que é ser aposentado. A não ser que esses cidadãos comecem a pensar, desde já, em construir um futuro a partir do esforço e da disciplina no presente.

De todo modo, ainda que os benefícios previdenciários do sistema público continuem sendo pagos com as regras previstas na reforma iminente, como aceitar reduzir seu padrão de vida a até 10% de sua renda atual? E justamente no momento da vida em que os custos com planos de saúde e medicamentos serão os mais altos de sua vida?

Vale destacar que, atualmente, 63% dos aposentados recebem apenas 1 salário mínimo de benefício. Quem tem um plano de aposentadoria privada, no entanto, não precisa se preocupar com essas questões.

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