Plano de previdência privada: a importância para autônomos

Plano de previdência privada: a importância para autônomos

O contingente de trabalhadores independentes tem crescido diante da disseminação do empreendedorismo e das dificuldades enfrentadas para ingresso ou permanência no mercado formal.

Nesse contexto, quando o assunto é autonomia financeira e aposentadoria, muitas dúvidas permeiam a trajetória de quem opta por esse caminho. Uma das soluções mais viáveis e proveitosas é a adesão a um plano de previdência privada para autônomos.

Embora essa seja uma tendência para a economia em todo o mundo, ainda não existe uma política padronizada para contemplar a garantia de renda para a fase em que os empreendedores já não estivem mais ativos.

Por isso, a aposentadoria para trabalhadores autônomos acaba sendo um tabu, assunto fora da pauta, tocado apenas por instituições de apoio ao empreendedorismo e por empresas que oferecem soluções para esse público.

Entre as soluções de mercado para esse fim, a previdência privada se destaca. A solução acumula recursos financeiros, compondo uma reserva que cresce ao longo do tempo e resulta em uma renda mensal vitalícia a partir da data acordada entre empresa corretora e contratante do plano.

Neste post, ficará claro que o caminho para dias de segurança financeira depende de alguns passos na direção da economia e da disciplina. Siga a leitura e entenda que autônomos podem começar hoje mesmo a trilhar rumos para parar de trabalhar e manter o padrão de vida desejado!

O preparo para a aposentadoria de autônomos

plano de previdência privada

Vamos começar falando de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, do Brasil, em parceria com o Centro para a Longevidade e Aposentadoria da Aegon, da Holanda, e o Centro de Estudos para a Aposentadoria da Transamerica, dos Estados Unidos. O foco era no perfil do autônomo e suas perspectivas em relação à aposentadoria.

O estudo demonstrou que, no Brasil, apenas 21% dos trabalhadores independentes estão confiantes e acreditam que poderão desfrutar de um período inativo próspero quando decidirem parar suas atividades.

Em contraponto, outros 57% já contam com uma parada tardia, após os 65 anos, por considerarem que será difícil manter uma boa renda estando fora da ativa.

A pesquisa trouxe números que demonstram o potencial do mercado autônomo: 32% da força de trabalho nacional está alocada em trabalhos autônomos, o que pode ser um reflexo não só do espírito empreendedor brasileiro, mas também da crise econômica que repercute no aumento do desemprego.

Além disso, os encargos trabalhistas são altos para as empresas, que têm reduzido seus corpos funcionais e trabalhado no limite em termos de recursos de todas as naturezas.

O contraditório é que, embora cientes de sua colocação informal no mercado, os autônomos não têm a cultura de se preparar para a aposentadoria, o que os obriga a encerrar suas carreiras muito tarde ou até não parar de trabalhar, mesmo com a idade já avançada.

Em outros casos, vender o negócio se mostra inevitável para liberar o proprietário da luta diária e garantir sua renda ao se tornar inativo.

O levantamento realizado somou apenas 34% de entrevistados que poupam pensando em aposentadoria, embora 77% tenham demonstrado consciência em relação à necessidade de se planejar para o futuro.

Outra observação que mostra a incoerência da educação financeira dos profissionais autônomos é que, embora poucos se dediquem a economizar, boa parte tem planos para quando chegar o momento de deixar o trabalho, como viajar (55%), curtir amigos e família (47%), dedicar-se a passatempos (42%) e realizar trabalho voluntário (24%). E aí fica a questão: como manter essas atividades sem que fundos tenham sido guardados ao longo da vida produtiva?

A pesquisa identificou que a maioria pensa em deixar recursos rendendo na poupança. Em segundo lugar vem a decisão de contribuir para a previdência social. Depois estão os que optam por uma previdência privada e os que aplicam suas sobras no mercado de ações.

Como última estatística, o perfil traçado para os autônomos brasileiros mostra que muitos já compreendem a relevância da economia hoje com os olhos no futuro. Outros tantos, porém, precisam atentar para essa questão e migrar, com urgência, para o time dos que poupam com habitualidade.

Veja os números: 7% dos autônomos não poupam nem pretendem guardar dinheiro para a aposentadoria; 20% se autodenominam poupadores aspirantes, já que pretendem economizar assim que possível; 17% já pouparam no passado e hoje não estão praticando; 22% são poupadores ocasionais; apenas 34% são de poupadores habituais, que se preocupam com a aposentadoria.

De posse desses números, é possível chegarmos a uma conclusão: dedicar estratégias e recursos para financiar a aposentadoria está na agenda de um volume insuficiente de autônomos.

Para que esses profissionais que prezam tanto pela independência também carreguem essa característica para o futuro, uma nova mentalidade precisa se consolidar. Lembre-se, afinal, de que só quem poupa hoje usufruirá de uma situação financeira favorável amanhã.

Além disso, é importante estar confiante em uma aposentadoria confortável, o que influencia inclusive a motivação para o trabalho no presente.

Viver cercado de preocupações não é saudável! Um dos motivos que deve incentivar o trabalhador independente a garantir seu futuro é exatamente a tranquilidade de estar no caminho certo, de estar trilhando hoje uma rota inteligente para um destino de boas oportunidades, a fim de aproveitar o melhor da vida!

Os maiores desafios dos profissionais autônomos

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O termo trabalhador autônomo compreende empreendedores individuais, donos de pequenos negócios e aqueles que trabalham por conta própria, muitas vezes gerando oportunidades para outras pessoas.

Não importa se o local de trabalho é a sala de casa, a garagem, uma sala alugada ou um pequeno estabelecimento para produção ou venda de produtos e serviços.

Tampouco importa se nenhum ambiente físico existe, já que as plataformas digitais têm se firmado como impulsionadores de negócios que não se prendem a limites geográficos e a infraestruturas tangíveis.

Os motivos que levam um profissional a se tornar autônomo costumam ser positivos, como vontade de ter seu próprio negócio, desejo de não depender de patrão e de trabalhar com o que se gosta.

Claro que outros fatores acabam empurrando algumas pessoas para esse caminho, mesmo que essa não tenha sido sua escolha, como perda do trabalho formal ou dificuldade de encontrar um emprego no mercado.

Independentemente da razão e da história de cada um, há um ponto em comum que une todos os que embarcam nessa aventura: chegará uma hora em que a força de trabalho estará reduzida, o ânimo será menor e a saúde não será mais como antes.

Quando esse momento se concretizar, será preciso ter meios para se manter, para continuar realizando sonhos e traçando planos para o presente e para o futuro.

Nesse ponto entram os desafios enfrentados por autônomos ao longo de sua trajetória, que precisam ser superados para permitir que empreendedores estejam financeiramente seguros. Acompanhe!

Ausência de cultura da economia

A população brasileira enfrenta uma triste realidade em relação a dinheiro: falta educação financeira. As crianças não ouvem sobre esse assunto nas escolas, o governo não investe nesse tipo de conscientização e o pouco que evoluímos nesse sentido foi graças à iniciativa de algumas pessoas no ambiente familiar, ensinando os filhos sobre o valor do dinheiro, ou a ações de instituições financeiras, promovendo campanhas de esclarecimento sobre finanças.

Basicamente, esse tema não é socialmente discutido. O resultado? Boa parte da população não sabe lidar com dinheiro, não sabe escolher as melhores opções de investimento, não tem coragem de direcionar recursos para produtos financeiros não tradicionais, assim como não tem consciência de que o ideal é começar a poupar o quanto antes para obter melhores resultados no longo prazo.

É nesse cenário que empreendedores se formam sem saber como agir estrategicamente em relação ao futuro financeiro!

Enquanto boa parte da população ingressa no mercado e está de certa forma garantida por benefícios trabalhistas formais, os autônomos não. Daí a necessidade de transformar crenças limitantes em superação e de começar a se inteirar sobre as opções para aposentadoria, seguindo firme em um plano de economia periódica.

Dificuldade em investir mensalmente

Muitas vezes, quem está na luta diária para se manter autonomamente comemora só por conseguir cobrir as despesas de manutenção do negócio, além das pessoais e familiares.

Ter um montante de sobra após o pagamento de todos esses compromissos não costuma fazer parte do cotidiano da maioria dos empreendedores. Mas esse sufoco precisa acabar.

A tão disseminada ideia de que é impossível apertar os cintos o suficiente para ver sobrar algum dinheiro precisa sumir de uma vez por todas da cabeça dos autônomos.

No lugar, deve entrar a convicção de que gordurinhas sempre existem para serem cortadas, seja no trabalho ou mesmo em casa. E é daí que sairão os recursos a serem investidos para compor uma reserva para o futuro.

Indisciplina e desorganização

Muitas vezes, o controle financeiro do próprio negócio se limita a não perder prazos para o pagamento das contas. Quando todos os pagamentos do mês são feitos, a sensação de dever cumprido é indescritível. Mas empreender não pode ser só isso. É preciso ultrapassar os limites do hoje e trazer sustentabilidade e certezas para o amanhã!

Isso só se torna realidade quando autônomos compreendem que constância é fundamental para o alcance do objetivo de se aposentar após sua jornada ativa.

Da mesma forma que as despesas devem ser mensalmente honradas, os investimentos devem acontecer na mesma frequência. Na verdade, poupar para o futuro precisa ser encarado como algo inerente ao negócio, assim como a conta de luz ou o plano de hospedagem da loja virtual.

Desconhecimento sobre alternativas

Dentre os produtos de mercado específicos para esse fim estão o seguro de vida, o seguro por invalidez e a previdência privada. O problema é que cada modalidade apresenta características diferentes.

Compreender qual produto é o mais indicado para cada realidade pode acabar, assim, sendo uma tarefa confusa, não tão simples para todo mundo.

É importante pesquisar sobre as opções disponíveis, instalar aplicativos que orientem sobre economia e, se necessário, contar com o apoio de algum fornecedor para esclarecer dúvidas e auxiliar na escolha da melhor alternativa.

O investimento na previdência privada

A atual crise previdenciária é a maior já enfrentada pela sociedade brasileira. As propostas de reformas que incluem o aumento do período de contribuição dão a sensação de que não haverá mais tempo para o descanso e de que a vida ativa da população perdurará até a terceira idade.

Isso sem falar que os limites de retorno estabelecidos pelo sistema governamental são baixos para aqueles que têm uma boa renda na atualidade. No futuro, esse teto produzirá um achatamento do poder aquisitivo de quem se acostumou a patamares superiores ao longo da vida produtiva.

Mesmo que autônomos não estejam automaticamente contemplados pela previdência oficial, esse cenário obscuro deve sim ser uma preocupação desse público, uma vez que existe a opção de recolhimento para o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). O problema é que, hoje, contar apenas com esse recurso é temerário.

Diante dessas incertezas, surge a previdência privada como alternativa mais segura e promissora. Ela funciona tanto como um complemento ao INSS quanto como única opção, quando o empreendedor opta por não recolher o imposto, e tem como diferencial rendimentos mais interessantes sobre os valores aplicados mensalmente.

Um benefício que os planos de previdência privada preveem é o abatimento de parte das contribuições no Imposto de Renda, só voltando a incidir quando dos saques dos rendimentos, a partir da data estipulada para a aposentadoria do participante. Enquanto isso, o dinheiro fica rendendo, aumentando a reserva no longo prazo.

Outro fator positivo é que a previdência privada funciona como uma poupança forçada, já que quem a contrata assume o compromisso de fazer pagamentos mensais, podendo haver ainda aportes maiores, quando esporadicamente sobrarem recursos além do programado.

O bom desse compromisso é que contribui para a disciplina do participante, livrando-o de desperdiçar dinheiro com apelos consumistas.

Justamente por ser autônomo, o profissional deve se conscientizar de um fato inquestionável: o tempo chega para todos, reduzindo a capacidade produtiva. E é por isso que é importante se resguardar financeiramente. Acompanhe a seguir como um autônomo pode se organizar para investir na previdência privada!

A previdência privada para os autônomos

Já falamos aqui que disciplina e economia são peças-chave para garantir que autônomos possam parar de trabalhar e, ainda assim, manter seu padrão de vida. Alguns passos podem ser seguidos para facilitar esse processo. Veja!

Tenha um planejamento financeiro

É fundamental controlar quanto exatamente entra e quanto sai a cada mês. Ter uma projeção de gastos em contrapartida à projeção de rendimentos traz uma noção mais real da situação financeira do autônomo. É preciso fazer um planejamento.

Comece o quanto antes

Adquira o hábito de poupar o mais cedo possível. Afinal, como é comum que a renda do autônomo seja irregular, é preciso acumular um bom tempo de contribuições para que a média no longo prazo seja favorável.

Poupe pouco, mas sempre
A filosofia de poupar deve tomar conta do cotidiano do empreendedor. Isso vale para todos os momentos, já que o trabalhador autônomo é ao mesmo tempo indivíduo e empresário. Assim, vale economizar com material de escritório e também com as saídas para o cinema.

Não importa o montante que está sendo poupado. O que interessa é que, aos poucos, essas economias sejam suficientes para compor os aportes mensais que deverão ser direcionados para um plano de previdência privada.

Aproveite sua energia atual

Poupe mais enquanto está mais produtivo. Dessa forma, o final da sua carreira de empreendedor poderá tomar um ritmo mais moderado.

Esqueça sua reserva

Poupar para fins de aposentadoria significa guardar e só começar a mexer no dinheiro quando chegar a idade da parada da vida economicamente ativa. Ainda que em épocas de dificuldade financeira, as retiradas podem comprometer o bolo. Não se esqueça: cada fatia a menos impacta negativamente o volume total.

Guarde também o excedente

Se em algum mês vier um lucro extraordinário ou uma sobra superior ao esperado para a poupança, opte por direcionar essa diferença para a previdência privada. Cada centavo lá representa uma renda melhor na aposentadoria.

Aceite que nada vem de graça

Uma das dúvidas mais recorrentes sobre essa modalidade de investimento recai sobre as taxas cobradas. Sobre esse ponto, é importante lembrar que todo produto financeiro tem seu custo de manutenção. Esse não pode ser, portanto, um desmotivador da adesão à previdência privada.

Reavalie seu planejamento

Como a previdência privada é um investimento de longo prazo, é importante rever os planos iniciais sobre o rendimento esperado no futuro. Se, com o tempo, as simulações demonstrarem que a reserva não se mostra suficiente para suprir a expectativa, aumente a contribuição para tornar os planos mais viáveis!

Com foco e perseverança, as incertezas podem ser transformadas em segurança. Esse é um dos principais valores agregados da previdência privada para autônomos. Por isso é que esse é o público ideal para esse tipo de produto financeiro!

A cobrança de contas no futuro

expectativa de vida do brasileiro vem aumentando. As tecnologias têm facilitado a vida das pessoas e a indústria da saúde tem evoluído. Por tudo isso, nossa estrada será cada vez mais longa. Mas não basta ser longa. Precisa ser digna, próspera e com boas condições para ser devidamente aproveitada, vivida em sua integralidade.

Garantir esse benefício para si próprio e para a família é algo que depende exclusivamente do profissional autônomo. Nesse quesito, não há suporte governamental nem inciativa privada que consigam suprir as necessidades de quem seguiu a via do empreendedorismo.

O plano B do autônomo precisa existir e deve se embasar em um planejamento financeiro que não só sustente o negócio, mas também suporte a continuidade da jornada de quem sempre esteve por trás do profissional quando ele resolver pendurar as chuteiras.

O trabalho autônomo é ao mesmo tempo desafiador e libertador. E essa liberdade na hora de trabalhar também está presente na aposentadoria, já que ele pode definir seu próprio jeito de interromper o ciclo produtivo.

O planejamento para plano de previdência

Quando o assunto é plano de previdência privada para autônomos, planejamento é inegociável. Para ter um futuro tranquilo e alcançar a liberdade financeira, é importante pensar à frente e começar desde já. Independentemente da idade, é preciso garantir uma renda confortável para manter o estilo de vida e descansar com tranquilidade.

Entre os passos necessários para planejar a previdência privada como autônomo estão colocar na ponta do lápis suas receitas e despesas atuais, fazer um levantamento de planos futuros e definir o valor do investimento. Veja!

Coloque receitas e despesas na ponta do lápis

O primeiro passo no planejamento para um plano de previdência privada enquanto autônomo é tomar pé da atual situação financeira. Nesse sentido, coloque na ponta do lápis quanto você ganha, quanto gasta e, principalmente, em que gasta.

Por mais que, muitas vezes, os profissionais autônomos não tenham uma receita fixa, é mais que possível fazer uma média da renda anual para ter ideia de quanto gostaria de receber no futuro para manter o padrão de vida.

Entender seus gastos é outro passo importante. Mas tenha sempre em mente que as despesas provavelmente não serão as mesmas quando você for mais velho. Entender a situação financeira atual é essencial para definir o quanto você pode investir em um plano de previdência privada.

Faça um levantamento de planos futuros

Depois de entender a real situação das suas finanças, chega a hora de pensar no futuro e definir seus planos para a aposentadoria. O segredo está em criar um cenário que considere ideal, mas que também seja possível.

Você gostaria de se mudar para uma cidade menor ou viver exatamente da forma atual? Planeja viajar mais ou não? Responder a perguntas como essas é uma forma de saber a renda que você precisará ter para levar a vida que gostaria.

Ao fazer esse levantamento de planos futuros, é importante considerar ainda quanto tempo você tem antes de se aposentar. Quanto antes fizer seu plano de previdência privada, melhor.

Defina o valor do investimento

Depois de pensar no futuro, chega o momento de definir quanto você pode investir no seu plano de previdência privada. A lógica é simples: quanto maior for o valor, menos tempo você precisará poupar para atingir a quantia desejada.

De toda forma, é essencial ser razoável, reservando um valor para a previdência que não comprometa suas finanças no presente. Separar pelo menos 15% da sua renda líquida para esse tipo de investimento é razoável, por exemplo.

Pesquise os melhores planos

Depois de definir quanto você pode investir no seu plano de previdência privada, parta para a internet. Pesquise bastante para achar a melhor empresa para fazer esse investimento. É importante dar preferência para instituições sólidas, com boa reputação no mercado. Afinal, estamos falando aqui do seu futuro!

Como são diversas as opções de planos de previdência privada disponíveis no mercado, certifique-se de que escolherá uma que seja adequada às suas necessidades e possibilidades.

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Corte gastos

Por fim, um bom planejamento para investir na previdência privada passa também por gerenciar as finanças com sabedoria e ter certos cuidados, como cortar gastos supérfluos para investir no seu futuro. Não deixe de analisar suas despesas para saber em que categorias pode economizar ou até cortar gastos para investir na sua segurança financeira.

Muitas vezes, gastamos mais do que devíamos em áreas que não são tão relevantes. Com isso, deixamos de pensar na qualidade de vida que gostaríamos de ter no futuro. Não caia nessa armadilha! Comece já a pensar em como gostaria de desfrutar sua aposentadoria e trabalhe para realizar esse sonho o mais rápido possível!

É fato: pensar no futuro é importante. Até porque, assim, você consegue viver o hoje com tranquilidade, sabendo que terá condições de passar para a inatividade com segurança.

Não é à toa que saber que a família terá respaldo em suas necessidades e que os anos de aposentadoria contarão com estabilidade financeira é o sonho de todo trabalhador autônomo.

Tudo isso é sim possível, desde que uma decisão inteligente seja tomada logo nos primeiros anos da jornada independente. E quem já está na estrada, mas ainda não se organizou, o ideal é mudar de lado o quanto antes.

Por mais que nunca seja tarde, quanto mais cedo você assumir as rédeas do próprio futuro, mais chances terá de garantir uma aposentadoria tranquila.

Um plano de previdência privada para autônomos é uma alternativa acessível e bastante adequada aos empreendedores, tão importantes na economia por serem agentes de inovação e de geração de riqueza.

Para que essa riqueza possa ser revertida em seu benefício também no futuro, é preciso planejar e economizar. Acredite: cada moeda no cofrinho faz diferença ao longo do tempo. De cofre cheio, o empreendedor poderá usufruir das boas coisas da vida e seguir com plenitude o trilho da melhor idade!

Informe-se mais a respeito das opções de mercado para garantir uma aposentadoria tão autônoma quanto foi toda a sua vida de empreendedor! Contate a Mongeral Aegon e comece a planejar seu futuro com a ajuda de quem entende do assunto!

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