Quer investir no Tesouro Direto? Então leia este guia

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Será que investir no Tesouro Direto é mesmo rentável?  Não há como negar que ele se tornou um dos investimentos preferidos dos brasileiros. De acordo com dados do Tesouro Nacional, os títulos públicos federais ultrapassaram a marca histórica de 3 milhões de investidores em 2018. Isso indica uma gradual mudança de comportamento do investidor interno, até então muito atrelado à caderneta de poupança.

Embora a cultura do investimento ainda não seja forte no país, muitas pessoas já perceberam que é preciso criar hábitos de controle financeiro para deixar de trabalhar pelo dinheiro e fazer o dinheiro trabalhar para elas. Nessa trajetória de educação financeira estratégica, alguns ativos se destacam. É o caso da previdência privada e do Tesouro Direto.

Mas o que é exatamente o Tesouro Direto? Como investir nesses títulos? Quais são as taxas? Como começar? Qual é o melhor título para investir? Se você tem alguma dessas dúvidas (ou todas elas), chegou ao lugar certo. As próximas linhas vão orientá-lo a obter renda extra relevante com esses títulos federais. Acompanhe!

Investir no Tesouro direto vale a pena?

O que é e como funciona o Tesouro Direto?

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O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos públicos federais pela internet (em parceria com a B3, antiga BM&FBovespa). Ele foi criado pelo Tesouro Nacional em 2002, com o objetivo de estimular a participação de investidores individuais (pessoas físicas) no financiamento da dívida pública.

Assim como ocorre com a lógica de outros ativos de renda fixa, quando você compra um título dessa natureza, torna-se uma espécie de credor da instituição emissora — nesse caso, do governo. Ele que o remunera após o prazo acordado por meio da restituição de seu capital, juntamente com os juros previstos ou referenciados.

É com a captação desses recursos que o governo fortalece seu orçamento para investir nas áreas de saúde, segurança ou infraestrutura, por exemplo. O Tesouro aceita investimentos a partir de R$ 30, é caracterizado pelo baixo risco e costuma ter rentabilidade atrativa.

Para negociar esses títulos, basta ter CPF e uma conta-corrente ou poupança em um banco. Até menores de idade podem investir, uma vez que a legislação permite a abertura de conta em bancos ou corretoras de valores em nome de crianças. A gestão dos recursos, no entanto, é feita pelos pais até a maioridade.

Embora esses títulos sejam tratados como “papéis”, em plena era digital, não há mais documento físico representando esse ativo. Dessa forma, a escrituração de compra/venda é realizada inteiramente pela internet. O processo é garantido pelo número de protocolo gerado a cada operação, além do registro do título no CPF do investidor.

Investir no Tesouro Direto vale a pena?

Investir no Tesouro Direto vale a pena quando esta não é a única aplicação do investidor. Aliás, essa máxima não se refere apenas à compra de títulos públicos. Diversificação é o segredo do êxito da maioria dos participantes do mercado financeiro, já que dilui os riscos e aumenta a rentabilidade média da carteira como um todo.

O ideal é combinar aplicações de renda fixa e variável que sejam estimuladas por fatores externos diferentes e com prazos distintos.

Seria o caso de mesclar aplicações em Tesouro Selic (que flutua conforme os juros) e um plano de previdência privada (de prazo mais extenso, mas também de baixo risco) com um fundo multimercado (que pode explorar as oportunidades imediatas do mercado acionário de forma controlada e com gestão especializada).

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De toda forma, os títulos do Tesouro costumam apresentar bom desempenho. Em 2018, o Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal), por exemplo, figurou no pódio entre os 3 investimentos de maior rentabilidade no ano, com 14,71% de retorno no período.

Em 2017, depois dos fundos de ações, o Tesouro Prefixado 2021 (LTN) foi a aplicação de melhor retorno, alcançando a excelente rentabilidade de 17,99% em 12 meses.

Já em 2016, a performance dos títulos públicos foi ainda melhor: o Tesouro IPCA+ 2035 (NTN-B Principal) foi simplesmente o investimento mais rentável do ano, com impressionantes 47,81% no período.

Foi por movimentos como esses que o programa do governo federal de emissão de títulos públicos se tornou o queridinho do Brasil — ameaçando, inclusive, a soberania da caderneta de poupança. Mas, além do retorno, é o baixo risco que explica muito do sucesso do Tesouro Direto no Brasil.

Responda rapidamente: a poupança é segura? Por quê?

De forma geral, os investimentos de menor risco do mercado são os de renda fixa. Aplicações de renda fixa são todas aquelas cujo percentual de remuneração ou parâmetro de retorno é conhecido no momento da compra do título.

Já na renda variável (ações, moedas, commodities etc.), é a lei da oferta e da procura que baliza as cotações — o que significa imprevisibilidade bem maior nos resultados.

No caso de um título prefixado, você sabe exatamente qual percentual de retorno mensal/anual terá. Já se o ativo de renda fixa é pós-fixado, você saberá ao menos qual índice vai determinar o rendimento (IPCA, Selic etc.). Esse lastro garante menor flutuação de performance e, portanto, maior previsibilidade.

Acontece que dentro do “gênero” renda fixa, você encontra não somente a caderneta, mas também o CDB, as Letras de Crédito Imobiliário/do Agronegócio (LCI/LCA) e, é claro, o Tesouro Direto.

Outra característica que marca o baixo risco de muitas dessas aplicações é a presença do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Essa entidade é mantida por todas as instituições financeiras e assegura o ressarcimento do investidor em caso de falência da instituição depositária.

As condições são: a aplicação deve ser de, no máximo, R$ 250 mil por CPF e por banco. A proteção abarca poupança, CDB e LCI/LCA, por exemplo. Mas isso garante proteção absoluta? Nem tanto.

Imagine um investidor que vendeu um imóvel e, juntando o valor dessa venda com a reorganização de suas despesas domésticas, conseguiu chegar a R$ 500 mil depositados em poupança, tudo no mesmo banco. Se no mês seguinte essa instituição falir, adivinha o que vai acontecer? Exatamente: o baixo risco da poupança existe, mas não é absoluto.

Mas por que estamos tratando de poupança se o tema é Tesouro?

A razão é que você entenderá melhor o grau de risco desses títulos ao ter como referência a segurança que sustenta a poupança. E, embora os títulos públicos não estejam protegidos por esse instrumento, a aplicação nesses ativos é considerada até mesmo mais segura do que na poupança.

O motivo é que, diferentemente da dívida externa, mesmo em caso de crise crônica, o governo federal pode saldar sua dívida interna apenas determinando a impressão de mais papel-moeda. Ainda que essa medida acabe ocasionando descontrole inflacionário, ao menos os débitos com seus credores serão liquidados.

Essa facilidade de quitação faz o risco de crédito (calote) ser quase nulo nesse investimento. Assim, o quesito segurança também explica por que o Tesouro Direto se tornou um dos investimentos favoritos do brasileiro.

Quais são os tipos de títulos públicos no Tesouro Direto?

Existem 3 tipos de títulos federais disponíveis no programa Tesouro Direto. Conheça a seguir!

Tesouro Selic (LFT)

A rentabilidade é atrelada à Selic, taxa de juros básica da economia. Essa taxa baliza os juros cobrados pelo mercado de forma geral. Além disso, a Selic funciona como um instrumento do governo para frear a inflação: quanto mais elevados os juros, maior a redução do consumo (o que, no médio prazo, ajuda a conter a inflação).

Essa taxa é definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom-BC) e tem variação lenta e gradual.

Como o Tesouro Selic varia conforme esse parâmetro, sua volatilidade também acaba sendo pequena. Com isso, esse título é mais indicado para períodos de alta de juros (como entre 2003 e 2005, quando a Selic chegou a incríveis 26,27%), bem como em objetivos de curto prazo.

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado, como o próprio nome indica, tem percentual de rendimento determinado previamente. Se no Tesouro Selic o investidor tinha apenas o índice que balizaria os juros, aqui ele terá total conhecimento prévio dos juros anuais.

Existem dois títulos prefixados: o Tesouro Prefixado (LTN), que paga juros no vencimento, e o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F), que paga juros a cada 6 meses.

Os títulos prefixados são indicados para momentos em que há expectativa de queda de juros ou de manutenção de juros baixos, bem como em objetivos de longo prazo.

Tesouro IPCA

Se o Tesouro Selic é pós-fixado e o Tesouro Prefixado tem juros determinados antecipadamente, o Tesouro IPCA é híbrido, ou seja, sua remuneração será composta por parte prefixada e parte pós-fixada (pagando a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo — IPCA).

Também é indicado para investimentos de longo prazo. Seu caráter híbrido faz dessa aplicação a única com garantia de rentabilidade acima da inflação.

Quando é adequado investir nesses títulos? Qual é o prazo de retorno?

Investir no Tesouro Direto é interessante quando se necessita compor uma carteira diversificada, balanceando eventuais riscos de aplicações em renda variável ou fortalecendo ainda mais a proteção de seu capital (complementando, por exemplo, um investimento em previdência privada).

prazo de retorno dessas aplicações depende da estratégia elaborada, uma vez que há títulos de curto, médio e longo prazo e não há carência para resgates. Entretanto, de forma geral, o resgate antecipado pode resultar em perda de rentabilidade, caso não seja bem planejado.

Esse prazo de aplicação (permanência) em cada título deve ser muito bem estudado. É comum que as pessoas pensem que, matematicamente, basta comprar ativos de maior retorno potencial e pronto!

Entretanto, é preciso ponderar que retornos elevados geralmente estão atrelados a riscos maiores e a prazos mais extensos.

Dessa forma, é preciso que as necessidades particulares, o apetite de risco e os objetivos financeiros estejam muito bem-delineados antes de escolher em qual título do Tesouro investir e por qual prazo.

Tesouro Selic é considerado o mais estável dos títulos, sendo, portanto, o investimento mais conservador. Como esse ativo é referenciado em um índice que se altera pouco no curto prazo, ele é frequentemente indicado a quem deseja obter resultados imediatos.

Tesouro Prefixado também é um ativo conservador. No entanto, tem o risco da variação dos preços do mercado em caso de resgate antecipado. Mas sua maior previsibilidade para o longo prazo torna esse ativo adequado para objetivos extensos.

Já o Tesouro IPCA é o mais arriscado dos três papéis, uma vez que tem maior variação de preços ao longo dos meses. Todavia, assim como no título anterior, se você carregar os títulos até o vencimento, receberá o percentual prefixado, além da variação da inflação.

Vale destacar que não há limite financeiro para resgates, mas há limite de aplicação mensal (R$ 1 milhão).

Quais são as taxas cobradas nas negociações de títulos do Tesouro Direto?

Existem, basicamente, duas taxas cobradas para operar no programa do Tesouro.

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Taxa de custódia

Cobrada pela B3 no montante de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, essa taxa se refere ao custo da guarda dos ativos e ao fornecimento de informações sobre movimentações dos saldos.

Taxa de administração

Taxa de competência dos agentes de custódia (bancos ou corretoras). Apesar de haver um custo nas operações com esses títulos, a maioria das instituições financeiras isenta o investidor dessa taxa.

No entanto, para evitar ser surpreendido, vale a pena dar uma olhadinha na lista completa das instituições habilitadas para negociação desses ativos e suas respectivas taxas (ou isenções). Essa listagem está disponível no site do Tesouro Nacional.

Há ainda os impostos: o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) só é devido se o resgate ocorrer nos primeiros 29 dias de investimento. Há ainda o Imposto de Renda, que incide apenas sobre o valor rentabilizado (e não sobre o capital total investido), de acordo com a seguinte tabela regressiva:

180 dias (6 meses) 22,5%
181 a 360 dias (6 meses a 1 ano) 20%
361 a 720 dias (1 ano a 2 anos) 17,5%
acima de 720 dias (mais de 2 anos) 15%

Qual é a rentabilidade? Como fazer uma simulação?

A rentabilidade dos títulos à venda depende do índice ao qual estão vinculados. Com a manutenção dos juros baixos, o Tesouro Selic, por exemplo, perdeu parte de sua atratividade.

A última edição do Relatório de Mercado Focus (publicação semanal do Banco Central), prevê a Selic em 6,50% e a inflação em 3,87% no fim de 2019. Considerando esse cenário, teríamos apenas 2,63% de rendimento líquido nessa aplicação.

A segunda opção seria o Tesouro IPCA+ que, como você já viu, tem caráter híbrido. Ou seja, paga uma parcela prefixada e outra pós-fixada, na variação da inflação medida pelo IPCA. Esse título pode ser usado em uma estratégia de médio ou longo prazo.

Como longo prazo, trata-se de um investimento conservador, uma vez que é o único que garante rentabilidade acima da inflação. No entanto, o rendimento líquido pode não ser tão elevado quanto em outros ativos, como o Tesouro Selic em épocas de juros altos.

Há também a possibilidade de aplicar nesse ativo como estratégia de médio prazo, vendendo os papéis antes do vencimento no intuito de obter resultados mais agressivos.

Por ter parte da remuneração prefixada, trata-se de um investimento interessante em momentos de queda de juros. Você encontra atualmente títulos como Tesouro IPCA+ 2024 pagando 4% ao ano de rendimento líquido.

Por fim, em um momento econômico de inflação e juros baixos, o Tesouro Prefixado costuma ser a alternativa mais atrativa entre os títulos públicos federais. Com ele, conforme já citado, você sabe exatamente qual é o percentual de rentabilidade mensal.

Portanto, conhece o valor bruto de remuneração no mês. Hoje em dia, é possível encontrar Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2029 pagando 8,77% ao ano.

O site do programa Tesouro Direto oferece um simulador que ajuda o investidor a harmonizar seu perfil de risco, objetivos financeiros e prazos de interesse. Ele permite a comparação dos títulos de acordo com sua rentabilidade em cada contexto.

simulador do Tesouro Direto ajuda quem precisa formular uma estratégia vencedora para utilizar o dinheiro como um agente transformador, a fim de realizar sonhos como casa própria, aposentadoria independente do INSS etc.

Em resumo, quais são as vantagens e desvantagens de investir no Tesouro Direto?

Até aqui já deu para perceber algumas vantagens desse ativo, certo? Mas vamos listar todos os benefícios e, é claro, as desvantagens (que também existem).

Vantagens:

• rentabilidade média interessante, a depender da estratégia montada;

• baixo risco;

• liquidez diária (em virtude do programa de recompra diária pelo próprio Tesouro);

• simplicidade no processo de investimento;

• comodidade (todos os procedimentos são feitos pela internet);

• possibilidade de consulta 24h, além de aplicações agendadas;

• detentora de uma das poucas aplicações com garantia de retorno acima da inflação (o Tesouro IPCA+).

Desvantagens:

• elasticidade das taxas cobradas por corretoras e bancos exigem pesquisa e negociação;

• resgate antecipado pode gerar perdas;

• estratégia deve ser elaborada diretamente pelo investidor, o que pode ampliar os riscos. Quem investe em um plano de previdência privada, por exemplo, tem seu capital gerido por especialistas no mercado.

De todo modo, é interessante lembrar que o Tesouro é o segundo investimento mais citado por quem aplica em poupança quando a pergunta é: “se saísse da caderneta, para qual aplicação você migraria seus recursos?” A preferência fica atrás apenas da previdência privada.

Quais são os passos para investir?

Investir no Tesouro Direto é bastante simples:

1. Abra uma conta bancária.

2. Entre em contato com uma das corretoras ou bancos habilitados para negociar títulos do Tesouro. Aqui você confere a lista completa das instituições financeiras credenciadas.

3. Pesquise as taxas cobradas por cada instituição.

4. Uma vez escolhido o agente que vai intermediar suas operações, você deverá se cadastrar no portal da instituição, além de remeter alguns documentos básicos digitalizados (como RG, CPF, comprovante de residência e número da conta bancária para recebimento dos valores em resgate).

5. Feito e processado o cadastro, você receberá uma senha por e-mail, que lhe dará acesso à área restrita do Tesouro. Você poderá negociar os títulos diretamente por essa plataforma ou pelo home broker da corretora/banco, caso a instituição seja um agente integrado (entre em contato com a instituição para saber mais).

6. Estude com atenção os 3 principais títulos existentes (Prefixado, Selic e IPCA+). Entenda seus gatilhos de remuneração e avalie minuciosamente o cenário econômico atual, bem como as perspectivas econômicas para os próximos anos, a fim de diagnosticar qual desses ativos terá melhor potencial de retorno.

7. Considerando que quem investe no mercado financeiro busca conquistar a independência financeira, não se deve desconsiderar também seu perfil de risco, objetivos e prazos para alcance de suas metas. O segredo de um investimento de sucesso é cruzar com precisão esses fatores internos com as questões apresentadas no item anterior.

8. Conheça os horários de funcionamento do programa.

Conforme orientações da B3, os investimentos podem ser feitos a qualquer momento do dia, dentro do período de funcionamento do programa, nos seguintes termos:

• dias úteis, das 5h às 9h30 (mercado fechado): sistema inativo para negociação, mas disponível para consultas;

• dias úteis, das 9h30 às 18h (mercado aberto): negociações são realizadas a partir do preço vigente no momento da efetivação da ordem;

• fins de semana, feriados e em dias úteis, das 18h às 5h: além das consultas, fica vigente o sistema de recompra por parte do próprio Tesouro Nacional, que garante liquidez diária aos títulos do Tesouro Direto. Os preços são definidos com base no preço de fechamento.

9. Uma vez conhecidas as regras de funcionamento, horários e títulos disponíveis, cabe ao investidor optar pela compra tradicional ou programada. A quantidade mínima possível de compra é a fração de 1% do título (além de valor mínimo de R$ 30).

Quais são os prazos de compensação?

Os prazos para compensação funcionam da seguinte forma:

Na compra:

• D+0 (dia da solicitação): o dinheiro destinado à transação já deverá estar em sua conta de investimento;

• D+1: (primeiro dia útil seguinte à transação, até as 18h): registro do título em sua conta.

Na venda:

• D+0 (dia da solicitação): solicitação de resgate;

• D+1 (primeiro dia útil seguinte à transação, até as 18h): o dinheiro é creditado ao agente de custódia;

• D+2 (segundo dia útil seguinte à transação): dinheiro é creditado em sua conta bancária cadastrada pelo agente de custódia.

O Tesouro Direto pode ser um excelente investimento, dependendo do contexto econômico do momento. Entretanto, não adianta saber onde colocar seu dinheiro se não sobrar nada no final do mês, concorda?

Os investidores mais bem-sucedidos do planeta têm duas características em comum. A primeira é o planejamento financeiro, que garante dinheiro disponível. A segunda é a identificação das oportunidades do mercado, que assegura rentabilidade sobre esse capital.

Hoje você conheceu uma dessas oportunidades, o Tesouro Direto, bem como sua utilização em diferentes situações.

Que tal então fazer o caminho inverso e ir agora ao primeiro passo, aprendendo todas as estratégias para fazer um planejamento financeiro de excelência? Descubra agora como lidar com o dinheiro e multiplicar suas sobras mensais sem ter que pedir aumento!

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  • Publicado

    09 de abril de 2019

  • Categoria

    Educação Financeira

  • Tags Relacionadas

    Investimentos