As 4 melhores opções de investimento para autônomo

As 4 melhores opções de investimento para autônomo

Quais são as melhores opções de investimento para autônomo? A pergunta é especialmente oportuna no momento em que o fenômeno da globalização, a queda das fronteiras por meio da internet e a reestruturação do modelo produtivo no âmbito mundial trazem à economia novos paradigmas nas relações de trabalho.

No plano interno, por exemplo, a recente reforma trabalhista vem provocando uma explosão do mercado informal e a elevação exponencial de trabalhadores autônomos. Isso tudo muda a forma como o brasileiro enxerga seus investimentos.

Atualmente, o país tem cerca de 11,5 milhões de trabalhadores sem carteira assinada e 23,5 milhões atuando por conta própria. Trabalhar com esse nível de flexibilidade tem algumas vantagens — como margem para organização de horários e liberdade de ação sem a rigidez da supervisão pessoal.

A desvantagem é a irregularidade de vencimentos. Como construir um patrimônio desse jeito? Quais são as aplicações mais adequadas para profissionais liberais?

Você vai descobrir as melhores opções de investimento para autônomo e como se organizar para garantir sua independência financeira no futuro. Confira!

O desafio está na escolha do ativo ou na forma de enxergar o orçamento doméstico?

investimento para autônomo

Não ter uma renda mensal fixa impede o investidor de saber previamente quanto conseguirá poupar no mês, o que impõe a necessidade de ser “cirúrgico” no controle das finanças pessoais.

A maioria dos especialistas entende que o grande desafio dos profissionais liberais reside mais em enxergar de forma diferente suas contas familiares do que propriamente escolher determinada modalidade. Mas isso quer dizer que não existem melhores opções de investimento para autônomo?

A questão é que, uma vez que haja variação nos rendimentos, sua planilha de orçamento doméstico deve ser anual, e não mais pensada como fluxo mensal. Ainda que não seja possível falar em valores, quem trabalha por conta própria sabe que há meses de ganhos menores e outros maiores.

Assim, o plano de aportes de um profissional liberal deve ser feito considerando sua economia anual, ainda que os ingressos efetivos ocorram ao longo de alguns meses. Ter essa organização em mente certamente vai impactar a rentabilidade das melhores opções de investimento para autônomo.

Seja em um título do Tesouro Direto, seja em um plano de previdência privada (e ainda que as datas de aniversário dos aportes sejam mais esparsas), o importante é que haja uma constância anual de injeção de recursos. No longo prazo, é isso que será crítico ao seu sucesso financeiro.

Por exemplo, se você é profissional do Direito e tem um pequeno escritório, talvez tenha uma demanda mais alta de honorários no fim do ano (mês de novembro e início de dezembro), por força dos mutirões de sentença realizados no Judiciário nesse período. Pode ser também, por outro lado, que o mês de janeiro seja tradicionalmente fraco pelo recesso judicial.

Nesse contexto de flutuação de ingressos, o ideal é reduzir a estimativa de despesas, ajustando para baixo todos os seus gastos, de modo que seja possível dar conta de seus débitos em meses de ganhos menores.

Com isso, você terá a certeza de não se endividar nos meses de dificuldades, além de ter maior sobra em meses de bonança.

Esse ritmo mais cauteloso, aliado a um plano anual orçamentário, ajudará você a ir além de apenas pensar sobre as melhores opções de investimento para autônomo, criando uma situação mais propícia para aplicar.

Mas há algum tipo de investimento mais adequado a autônomos?

Conforme dito acima, as diretrizes básicas de investimentos para profissionais liberais, de forma geral, são as mesmas dos demais trabalhadores (diversificação, balanceamento com renda fixa etc.).

Entretanto, existem algumas características, presentes em certos ativos, que podem facilitar a rotina de quem não tem salário previsível.

O ponto crucial aqui é privilegiar aplicações com alta liquidez, dado que quem não tem estabilidade de ganhos pode precisar fazer um resgate de emergência.

Com entradas irregulares, será também necessário buscar uma carteira mais arrojada, que ofereça possibilidade de retorno acima da média do mercado.

Quais são as 4 melhores opções de investimento para autônomo?

Você já redesenhou seu orçamento (e a forma de enxergá-lo) e entendeu os gatilhos de rentabilidade que vão ajudar a neutralizar sua flutuação de receitas.

Agora, é hora de apontar nominalmente alguns ativos interessantes para profissionais liberais, empresários e outros brasileiros com ingressos sazonais.

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1. Fundo multimercado

Um fundo multimercado tem a vantagem de mergulhar no campo da renda variável sem exposição direta. Diferentemente de um fundo de ações, essa aplicação tira proveito das oportunidades de mercado de maneira indistinta, podendo ser composta por ativos conservadores (como Tesouro Selic) ou alternativas mais arrojadas (como ações ou moeda estrangeira).

Considerando que há um balanceamento entre os títulos e uma gestão especializada, pode-se concluir que esse investimento tem grau de risco intermediário entre uma aplicação em renda fixa e a negociação direta no mercado acionário.

Mas qual é a relação entre fundo multimercado e a natureza do trabalho informal? Por que essa aplicação é considerada uma das melhores opções de investimento para autônomo?

A imprevisibilidade de receitas/mês obriga o profissional liberal a se arriscar a rentabilidades maiores, o que implica, automaticamente, em riscos de igual proporção.

Como esses fundos trabalham com a volatilidade do mercado e, ao mesmo tempo, estão sob a supervisão de profissionais, trata-se de uma opção mais estratégica para que uma rentabilidade maior compense eventuais aportes menores.

2. Seguro de vida resgatável

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Um seguro de vida pode até não ser propriamente um investimento, mas é uma ótima proteção financeira. Principalmente a modalidade resgatável, que apresenta algumas particularidades bastante interessantes para quem precisa de um colchão financeiro e, ao mesmo tempo, amparo em caso de fatalidades.

seguro de vida resgatável tem as mesmas coberturas de um seguro de vida comum, garantindo pagamento do capital rentabilizado aos beneficiários (em caso de falecimento do segurado), bem como ao próprio contratante, em caso de invalidez, por exemplo.

Dependendo da apólice, há ainda cobertura de custos com diárias hospitalares, despesas médicas ou odontológicas, além de pagamento de indenização caso haja diagnóstico de doenças graves. Até aqui, estamos falando das coberturas tradicionais de um seguro de vida.

Mas, para além desse escopo, a versão resgatável oferece, como o nome já diz, a possibilidade de resgate antecipado após período de carência (24 meses, em média).

Tendo em vista que os profissionais liberais costumam não estar protegidos por todos os aspectos da seguridade social (não têm direito a auxílio-doença, por exemplo), um seguro de vida evita que o trabalhador fique sem renda em caso de acidente ou enfermidade.

Mais do que isso, a permissão de resgate do capital com juros dá a esse amparo contornos de investimento, assegurando proteção financeira futura.

3. Previdência Privada

previdência privada está entre as melhores opções de investimento para autônomo, MEI, empresários e demais profissionais fora da CLT. Uma das razões é que esses trabalhadores e empreendedores costumam ter dificuldade para organizar seu fluxo de recolhimentos ao INSS, acumulando pouquíssimo tempo de contribuição ao longo dos anos.

Um plano de previdência privada representa a certeza de se aposentar sem perder padrão de vida (e o melhor: sem depender do INSS). Esses planos são também excelentes investimentos de longo prazo.

Inclusive, eles contam com flexibilidade na realização de aportes: você pode aplicar anualmente ou apenas nos meses de salário satisfatório.

Há ainda vantagens tributárias. Enquanto no PGBL o investidor pode abater seus aportes da base de cálculo da declaração de ajuste anual (em um limite de até 12% da renda bruta tributável), o imposto cobrado no resgate de um VGBL incide apenas sobre os rendimentos (e não sobre o total aplicado).

Isso ajuda o autônomo a reduzir o peso da tributação sobre seus rendimentos, fortalecendo sua receita líquida.

4. Tesouro IPCA

Ser autônomo não significa que o profissional ganhe menos, mas apenas que existem meses “de vacas magras”, que precisam ser bem gerenciados.

Nesse aspecto, ter em seu portfólio títulos do Tesouro IPCA é interessante: estão entre os poucos ativos que garantem rentabilidade acima da inflação. Dê preferência para o Tesouro IPCA com Juros Semestrais (IPCA+ NTN-B).

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